domingo, dezembro 10, 2006

Portugal conquistou Shield

JOSÉ RODRIGUES


A Selecção Nacional conquistou o troféu Shield no torneio de George, África do Sul, a segunda prova do circuito mundial de sevens.

No jogo decisivo, os Lobos tiveram de se empenhar para derrotar o Zimbabué por um tangencial 14-12, depois de terem chegado ao intervalo a perder por 12-0. Na primeira metade do encontro, os portugueses foram surpreendidos por um “sete” rápido e bem organizado, que soube aproveitar as falhas do adversário.

No tempo complementar, Portugal esteve mais coeso e mais seguro, acabando por conseguir tomar a iniciativa do jogo e marcar dois ensaios transformados e vencer o primeiro troféu do circuito.

Contudo, o dia começou com uma derrota frente ao Canadá por 19-12, mas com uma exibição de bom nível e a equipa a dar boa conta de si frente a um adversário muito forte e regular. E foi promissor o primeiro tempo, com as Quinas a conseguirem por em prática o seu jogo, chegando ao intervalo a vencer por 12-7. Mas faltou velocidade e, isso foi indisfarçável, o homem do meio campo capaz de liderar uma equipa muito jovem e ainda com pouca experiência.

Tomaz Morais, seleccionador nacional
"Faltou-nos velocidade"


“Hoje o dia correu melhor. Com o Canadá estivemos bem, foi um jogo muito disputado e perto do fim tivemos oportunidade de marcar, mas na segunda parte faltou velocidade à equipa, que cometeu erros involuntários devido à inexperiência. Já com o Uganda não tivemos problemas, mas com o Zimbabué foi difícil. Chegámos ao intervalo a perder por 12-0, mas na segunda parte a equipa reagiu bem e conseguiu dar a volta. Em resumo, faltou velocidade à equipa e não conseguiu recuperar da perda de António Aguilar – o “play-maker”–, de Frederico Sousa e do Gonçalo Foro. Com menos juventude e mais experiência, tínhamos feito mais”.

Resultados dos outros troféus

Bowl

Austrália-Quénia 41-7

Plate

Gales-Tunísia 26-5

.html
Nova Zelândia-África do Sul 24-19


6 comentários:

Anónimo disse...

parabens pelo blog aguilar.
continuaçao de bom trabalho

abraço Nuno Taful

Anónimo disse...

Parabens pelo blog, parabens por mais uma boa prestacao de portugal e mts parabens ao capitao de equipa Tiago girao q levou a equipa para a frente....

Thor disse...

Valeu pelo despontar de uma estrela no rugby nacional - Adérito "hand-off" Esteves.
Bom trabalho e uma boa prestação ofensiva. Defensivamente existe algum trabalho a fazer e já agora, mais algumas "pernas".

asdrubal tudo bem disse...

Não me parece que esta nova geração escolhida para acompanhar os mais experientes tenha talento técnico e fisico para chager a um nível elevado. claro que a excepção é o Adérito mas mesmo este em termos defensivos tem muito que aprender,

Rui Vasco disse...

Aqueles «hand-off» do Adérito mais pareciam «head-off»... Mas que o rapaz joga bem nesta variante do Rugby, lá isso joga.

Sobre a nova geração... é mesmo isso! Uma nova geração. Há que dar tempo ao tempo. O Adérito já lá anda há uns torneios e outros antes dele também tiveram as suas dificuldades antes de entrarem no ritmo.

Apenas uma observação mais: os sevens parecem mais talhados para os jogadores portugueses, mas a mim parece-me que esta conclusão é um bocado precipitada. O tamanho conta que se farta, no contacto, na velocidade (uma passada do Adérito é diferente de duas ou três do Pipoca), na luta pela bola cada vez que há um pontapé de ressalto.

Viram o jogo de George com a Inglaterra? A nossa posse de bola foi quase 0... Cada pontapé de ressalto inglês era uma bola ganha pelos bifes...

breis disse...

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